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Dúvidas mais comuns sobre a anestesia

1- O que faz exatamente o anestesista?
R- A anestesiologia é a especialidade médica que proporciona ausência de dor ou sensações aos pacientes sob procedimentos médicos como cirurgias e exames diagnósticos.  O anestesista é quem mantém adequadas, em níveis seguros,as funções vitais do paciente. Este profissional está preparado para tomar as atitudes necessárias para identificar, tratar e corrigir alterações que possam ocorrer.

2- Quais os tipos de anestesia existentes?
R- A anestesia geral é aquela que mantém o paciente inconsciente durante a cirurgia e pode ser inalatória, por via intravenosa ou combinadas e a anestesia regional é a que mantém uma parte do corpo sem dor, como por exemplo a peridural e a raquideana usadas nas cirurgias em membros inferiores, ginecológicas, cesarianas e outras.  Esta ultima pode ser associada ou não a medicamentos que mantenham o paciente dormindo, dependendo das conveniências e necessidades.

3- Existem meios de se saber previamente se alguém é alérgico ou se terá problemas com a anestesia?
R- A consulta pré -anestésica é o meio mais seguro de prevenir problemas.  Não omita nenhum dado durante a consulta pré –anestésica como por exemplo consumo de drogas, bebidas, uso de medicamentos e antecedentes alérgicos.  Não existem testes para se detectar alergia a medicamentos anestésicos.Quanto mais confiáveis e completas as informações prestadas ao anestesista, mais seguro será o procedimento médico.

4- E com as medicações que uso regularmente, o que devo fazer?
R- Seu cirurgião com certeza irá orientá-lo a respeito e o medico anestesista complementará o rol de instruções. Alguns medicamentos poderão ser suspensos e outros não.

5- O que posso fazer para que nada de errado aconteça na anestesia?
R- Além de fornecer as informações de forma completa e detalhada ao anestesista, não desobedeça nenhuma instrução que lhe tenha sido dada com relação ao ato cirúrgico.Lembre-se que seus dados pessoais são tratados de forma sigilosa pela Equipe Médica.

De qualquer forma, é essencial manter jejum absoluto por 12hs. antes da cirurgia e relatar todas as alergias que sejam do seu conhecimento. 

Hoje em dia, muitos cirurgiões negam-se a operar pacientes fumantes pois são bem conhecidos os efeitos maléficos do hábito de fumar sobre vários aspectos relevantes.  Em cirurgias eletivas, programadas, deve-se interromper o uso do cigarro 30 dias antes do ato médico.

6- Por que se diz que a anestesia para crianças é apenas um “cheirinho”?
R- Esta é uma forma de se referir à anestesia inalatória, onde o anestésico sob a forma de gás é inalado junto com a respiração. É na verdade uma anestesia geral, geralmente com os mesmos medicamentos usados nos adultos.  As crianças estão mais familiarizadas com nebulizações e aceitam melhor esta via.  Os cuidados, no entanto, são os mesmos.


7- Por que cirurgias com anestesia local precisam de um anestesista?
R- Com exceção dos pequenos procedimentos efetuados nas salas de urgência (como por exemplo as suturas de ferimentos ), todas as vezes em que se usam maiores quantidades de anestésico local o ideal é que haja monitorização dos sinais vitais pois os produtos usados são absorvidos e podem causar efeitos indesejáveis. Alem disto, o cirurgião deve concentrar-se no ato cirúrgico e na vigência de algum problema poderá contar com o anestesista para solucioná-lo.

8- Soro engorda? Por que eu preciso tomar soro para ser operado?
R- Não, o soro não engorda, somente hidrata. É quase sempre obrigatória a infusão de soluções hídricas para manter o paciente hidratado e servir de via de acesso para a administração de medicamentos durante o ato cirúrgico e no pós –operatório.

9- Qual o risco da anestesia?
R- As técnicas e medicamentos modernos e a experiência acumulada ao longo de tempo reduziram muito os riscos e as complicações de uma anestesia.  Entretanto, este numero nunca será igual a zero.Existem fatores imponderáveis e imprevisíveis que podem determinar o surgimento de uma complicação, mesmo que todos os cuidados possíveis tenham sido tomados.
Os anestesistas são especialmente treinados para identificar e tratar destas complicações evitando consequências mais graves.
O preparo adequado é fundamental no período pré-anestésico e se constitui na melhor garantia do sucesso do ato médico.

Deve-se sempre frisar que não existe tratamento médico totalmente isento de um potencial para complicações e muito menos medicamentos que não possam causar efeitos colaterais ou que não possuam nenhum tipo de contra-indicação.

10- Nos casos noticiados pela imprensa de complicações ocorridas com pacientes (muitas vezes pessoas famosas) em cirurgias de lipoaspiração, o que de fato ocorreu?
R- Em alguns episódios se tratava de procedimentos realizados em regime ambulatorial, sem assistência de anestesista,em consultórios e não em um Hospital-dia de fato e realizado por inescrupulosos e despreparados, na verdade um ato criminoso.
Em outros casos, a apuração concluiu que houve omissão de informação à equipe médica particularmente a respeito do consumo de drogas ilícitas por parte do paciente, o que interfere sobremaneira no ato anestésico-cirurgico,e que a complicação aconteceria em qualquer ambiente e ainda que via–de–regra os procedimentos adotados estavam corretos.

Todo e qualquer procedimento e ato médico tem algum percentual de riscos, alguns previsíveis e outros não.

O termo de autorização de cirurgia e consentimento informado que lhe é apresentado previamente à realização de um procedimento cirúrgico deve ser lido com atenção e as dúvidas surgidas endereçadas ao seu médico assistente.

Felizmente, nos dias de hoje,os órgãos de Vigilância Sanitária e os Conselhos Regionais de Medicina são extremamente exigentes quanto ao deferimento de alvarás de funcionamento de qualquer instalação de assistência médica, especialmente as hospitalares.

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